É muito bom ter amigos que nos presenteiam com palavras! Deco, obrigada!
Deve existir na fronteira um lugar
Um pedacinho de terra para gente habitar
Há de ser um lugar sagrado
Com cânticos dos padres
E com rituais dos índios abençoado
...E por nenhum homem mau maculado
Lá poderemos cultivar nosso jardim
Deve existir este lugar, confie em mim.
Lá haveremos de fazer entender aos outros
O ideal de vida porque lutamos
E quando na noite enluarada nos amamos
O Arcanjo sem a espada estará sentado, descansando.
Eu sinto, meu amor, que há este lugar.
Para Rita Mônica, com um sonho de liberdade.
Escrever sempre e em qualquer forma,registrar... para que o destino de minhas palavras fique estático, que meu pensamento não se perca, nem eu me arrependa de ter pensado. Em mim continuam sobrando idéias na cabeça e amor no coração, que eu só deixo transbordar da única forma que sei: escrevendo.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Deco escreveu pra mim, no FB...em um dos grupos que participamos. Quero guardar aqui, também!
Deco Lage
Sinto que o tempo da delicadeza há de chegar breve
Embora eu insista em trazê-la comigo
E neste tempo que há de chegar assim tão leve
Hei de desfrutar da riqueza de ser mais que seu amigo
...Te falarei dos sonhos que sonhei
Dos riscos que corri
Das lutas que travei
Das noites que não dormi
Por não tê-la ao meu abrigo
Das angústias que vivi
Só de imaginar-te correndo perigos
Tu não sabes o quanto sofri por ti!
Por isso quando este tempo chegar
Peço-te que não temas: me abrace!
Que assim tirarei de mim
O peso dos meus ombros de solitário
E a primavera virá colorir nosso enlace
Venhas, me abrace com firmeza!
No tempo da delicadeza.
Para Rita Mônica, com delicadeza.
Beijo grande, Deco! Obrigadíssima pelas palavras de delicadeza.
Sinto que o tempo da delicadeza há de chegar breve
Embora eu insista em trazê-la comigo
E neste tempo que há de chegar assim tão leve
Hei de desfrutar da riqueza de ser mais que seu amigo
...Te falarei dos sonhos que sonhei
Dos riscos que corri
Das lutas que travei
Das noites que não dormi
Por não tê-la ao meu abrigo
Das angústias que vivi
Só de imaginar-te correndo perigos
Tu não sabes o quanto sofri por ti!
Por isso quando este tempo chegar
Peço-te que não temas: me abrace!
Que assim tirarei de mim
O peso dos meus ombros de solitário
E a primavera virá colorir nosso enlace
Venhas, me abrace com firmeza!
No tempo da delicadeza.
Para Rita Mônica, com delicadeza.
Beijo grande, Deco! Obrigadíssima pelas palavras de delicadeza.
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